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O transporte de alimentos é uma das atividades logísticas mais sensíveis e estratégicas da cadeia de abastecimento. Como os produtos perecíveis exigem condições específicas de armazenamento e entrega, qualquer falha pode resultar em perdas financeiras significativas e até riscos à saúde pública.

Segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), cerca de 14% dos alimentos produzidos no mundo se perdem entre a colheita e o varejo, e grande parte disso se deve a falhas logísticas.

Criar uma logística funcional nesse setor vai muito além de entregar mercadorias no prazo. É preciso planejar com precisão, garantir controle de temperatura, aplicar tecnologia e adaptar operações às exigências de cada tipo de alimento.

Por que o transporte de alimentos exige atenção especial?

Produtos alimentícios, especialmente os perecíveis como carnes, laticínios, frutas e vegetais, têm vida útil curta e precisam de condições específicas para garantir sua integridade. Um simples erro no controle de temperatura pode comprometer lotes inteiros e causar prejuízos tanto financeiros quanto reputacionais.

Além disso, há exigências rigorosas da Anvisa e de órgãos reguladores que impõem padrões de transporte, armazenagem e rastreabilidade. Isso obriga as empresas a manterem processos bem definidos e monitorados constantemente.

Fatores críticos para uma logística eficiente no transporte de alimentos

logística eficiente no transporte de alimentos

Diferentemente de outros segmentos, qualquer falha aqui pode comprometer não apenas a integridade dos produtos, mas também a saúde dos consumidores e a reputação da marca. Portanto, o planejamento logístico deve ser preciso, monitorado em tempo real e capaz de se adaptar rapidamente a imprevistos, como mudanças climáticas ou atrasos nas rotas. Veja alguns fatores críticos abaixo:

  • controle de temperatura e umidade durante todo o trajeto;
  • veículos refrigerados em bom estado e com manutenção em dia;
  • treinamento de motoristas e operadores para manuseio correto das cargas;
  • rastreamento em tempo real para garantir visibilidade e resposta rápida a imprevistos;
  • planejamento de rotas para reduzir o tempo de entrega e minimizar riscos.

Cada um desses pontos representa um elo na cadeia de segurança alimentar. Diante disso, empresas que atuam no transporte de alimentos devem encarar esses fatores não como despesas extras, mas como investimentos em qualidade, segurança e credibilidade.

O papel do NeoCubo no transporte de alimentos

Dentro dessa realidade desafiadora, o NeoCubo, da Soluciona, surge como um diferencial competitivo. Trata-se de um modelo de logística compartilhada, que permite o uso otimizado de espaço e rotas entre diferentes empresas. Ao compartilhar o transporte de cargas, as empresas conseguem:

  • diminuir o número de veículos em circulação;
  • preservar a qualidade dos alimentos com maior controle sobre prazos e condições;
  • reduzir o lead time em até 70%, garantindo entregas mais rápidas e seguras.

Além disso, o NeoCubo contribui para a sustentabilidade, reduzindo emissões de CO₂ e alinhando as operações aos princípios de logística verde e ESG.

Processo de armazenagem logística no setor alimentício

processo de armazenagem no setor alimentício

Antes mesmo de os alimentos serem transportados, o processo de armazenagem precisa ser pensado com rigor. A armazenagem logística para o setor alimentício envolve:

  • divisão por tipo de produto (refrigerado, congelado, seco);
  • controle de temperatura e umidade em tempo real;
  • FIFO (First In, First Out): método que garante que os produtos mais antigos sejam despachados primeiro;
  • higienização constante dos armazéns para evitar contaminações;
  • sistemas WMS (Warehouse Management System) para gestão automatizada dos estoques.

Essas práticas não só evitam perdas, como também agilizam os processos de separação e expedição, impactando diretamente na performance logística.

Dicas práticas para criar uma logística funcional no transporte de alimentos

Depois de entender os desafios e as soluções possíveis, vale aplicar algumas práticas que fazem a diferença no dia a dia:

  • mapeie todos os processos logísticos e identifique gargalos;
  • invista em tecnologias de rastreabilidade e controle de temperatura;
  • implemente KPIs específicos para monitorar perdas e eficiência;
  • avalie soluções de logística compartilhada, como o NeoCubo, para otimizar recursos;
  • capacite constantemente sua equipe, do estoque ao transporte.

Criar uma logística funcional não é sobre ter um plano perfeito, mas sim sobre construir um sistema adaptável, seguro e centrado na qualidade.

Torne o transporte de alimentos mais seguro e rentável

trasnporte de alimentos seguro e rentável

O transporte de alimentos exige precisão, tecnologia e estratégia. Pequenos erros podem comprometer toda a operação, mas, com o planejamento certo e ferramentas inovadoras, como o NeoCubo da Soluciona, é possível reduzir custos, otimizar prazos e garantir a integridade dos produtos até o consumidor final.

Quer continuar aprendendo como transformar sua operação logística? No blog da Soluciona, descubra mais conteúdos estratégicos sobre o futuro da logística inteligente.

A frota de caminhões a gás tem crescido no país, apesar da trava representada pela falta de infraestrutura adequada, como postos de abastecimento e também pela ausência de políticas públicas que incentivem o uso de gás natural veicular, o GNV. O avanço tem sido empurrado pelo aumento da consciência de que práticas

Quais os principais desafios da logística para a Black Friday? Como as empresas de logística e as empresas contratantes podem se preparar e se planejar para isso? Alfredo Fajardo Junior, Gerente Corporativo de Negócios e Projetos na Soluciona Logística, responde às principais perguntas.

A Soluciona Logística, de São Paulo, adquiriu caminhões a gás da Scania para atuar nas rotas de longa distância hoje cobertas pela companhia. Além de atender aos requisitos cada vez mais rígidos sobre a poluição do ar e sonora nas cidades, o investimento aposta na tendência de adoção de tecnologias limpas e inovadoras para incrementar a rentabilidade da empresa no longo prazo.

“Vemos que a mentalidade empresarial sobre o assunto mudou sensivelmente nos últimos anos, em benefício de um futuro com menor emissão de poluentes”, afirma Toni Trajano, CEO da Soluciona. “A descarbonização da economia é uma tendência irrefreável, e ela passa por um transporte baseado em combustíveis limpos, como gás natural e eletricidade”.

Desempenho
Os caminhões adquiridos pela Soluciona exibem um motor Otto de 6 cilindros, com 13 litros e 410 cavalos – o mais potente no portfolio da fabricante, com autonomia para rodar entre 400 e 500 quilômetros com o conjunto de cilindros cheios, dependendo da topografia da rota e da carga transportada.

À diferença de seus congêneres a diesel, os veículos a gás contam com uma entrada de ar redesenhada para máximo desempenho, caixa de câmbio automatizada e uso de retarder de 670 hp para compensar a ausência do freio motor.

Frota limpa
A experiência da Soluciona no uso de combustíveis limpos teve início neste ano, com a adoção de caminhões elétricos para o transporte de varejo de moda na região metropolitana de São Paulo, e também de caminhões híbridos, com motores que funcionam à base de gás natural veicular (GNV) e diesel. A avaliação do desempenho dos novos caminhões será importante para programar o ritmo de incorporação de novos veículos movidos a combustível limpo na frota da Soluciona.

Fonte: https://www.abralog.com.br/noticias/por-sustentabilidade-soluciona-logistica-adota-caminhoes-a-gas/

Em todo o mundo, a pressão social crescente sobre o impacto ambiental das empresas tem alimentado uma tendência irrefreável de descarbonização da economia. No setor logístico, essa tendência se traduz em uma preocupação cada vez maior sobre as emissões de gases do efeito estufa (GEE) no transporte, uma das principais fontes de poluição no planeta.

Embora em uma fase ainda inicial, onde embarcadores e operadores logísticos realizam estudos de viabilidade para a adoção em massa de veículos movidos a combustíveis “limpos” – como eletricidade e gás natural – já é possível reconhecer que a mentalidade empresarial sobre o assunto mudou sensivelmente nos últimos anos, em benefício de um futuro com menor emissão de poluentes.