Metaverso. Todo mundo está falando, mas a maioria pouco ou nada sabe. Conceitualmente, a terminologia indica um tipo de mundo virtual que tenta replicar a realidade através de dispositivos digitais. É um espaço coletivo e virtual compartilhado, constituído pela soma de realidade virtual, realidade aumentada e Internet. O dicionário Merriam-Webster lembra que a conscientização sobre esse termo surgiu em 29 de outubro de 2021, quando o Facebook se renomeou como “Meta” e lançou um vídeo no qual o CEO Mark Zuckerberg diz: “Acredito que o metaverso é o próximo capítulo da internet”.

O termo, na realidade, foi cunhado por Neal Stephenson em seu romance Snow Crash (Nevasca), de 1992, que retrata um universo gerado por computador, batizado de metaverso. Mais um detalhe: ainda de acordo com o Merriam-Webster, metaverso também implica nitidamente um mundo ou concepção que requer o mundo real, para ir além dele.

Mais que estar no comando; estar ‘dentro’

Assim, qualquer um poderá entrar em um Centro de Distribuição e enxergar todas as etapas de  ambiente de intralogística. Vai estar no sort, no picking, navegar pelo crossdocking…

Imagine só: de drone, de trem, no caminhão, de bike, fazendo entrega na last mile, simulando novos negócios, já pensando que sua frota de eletricos, em 10 anos , será também autônoma?  E na torre de controle, então? Uma maravilha poder estar comandada, com todos os atores vendo  tudo ao mesmo tempo. Nisso, o blockchain, já usado na logística, terá papel relevante.

Em sua Carta do CEO, Ricardo Natale, fundador do Experience Club, tem se dedicado ao metaverso. Em postagem recente, de fevereiro de 22, na qual analisa o início estrondoso do assunto, lembrou que muitas marcas notáveis também já mergulharam no assunto, como a Microsoft, que adquiriu por quase 70 bilhões de dólares uma empresa de games, na qual repertório virtual, onde navegará o metaverso, faz parte do dia a dia.

Nesse mesmo artigo, Natale cita o Chief Creative Officer da Accenture Interactive, na América Latina, Eco Moliterno.

“O metaverso ainda está em uma fase bem inicial, que mais parece um ‘betaverso’. Só que as marcas precisam entender desde já que não se trata de uma evolução, mas sim de uma revolução na forma de interagir com os consumidores”

E a logística

A expectativa é imensa, principalmente no varejo, um setor que demanda muita logística – e é reconhecido por ser o principal investidor em tecnologia, o que explica o avanço que detém nessa caminhada.

Não à toa, a última National Retail Federation, considerada a principal mostra do varejo mundial, realizada em Nova York em janeiro de 2022, incluiu os varejistas como fortes candidados a se beneficiar do metaverso.

Segundo Toni Trajano, CEO da Soluciona Logística, presente ao evento, quatro passos foram sugeridos para o varejo se iniciar no metaverso:

“começar a experimentá-lo agora

prestar atenção às diferenças de gerações

criar experiências de marketing e vendas em realidade aumentada

monitorar novas oportunidades de vendas”

A hora é agora: “Senão, cometeremos de novo o mesmo erro recorrente de olhar para o futuro com olhos do passado”. como diz Ricardo Natale, do Experience Club.

Veja AQUI participação da Soluciona Logística no Big Show 2022.

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